No próximo sábado dia 17 de dezembro irá ser realizada uma trilha de grande quilometragem são mais de 350 quilômetros que serão percorridos no meio do sertão brasileiro. A semana da trilha começou e desde o domingo Marcos sal da terra e Tuca rôia já preparavam as máquinas (crf 230 e ttr 125)para a trilha do sábado. Na terça feira a noite Leidson e Rubinho (tornado 250 e four trax 450)foram acertar os últimos detalhes e Leidson comentou que desde de domingo já estava com a mala pronta, detalhes acertados o grupo vai contar com os trilheiros: Marcos sal da terra, Bruno(tige) Leidson, Wellington (faro fino)Juca, Rubinho, Tuca rôia, todos com aquela vontade que chegue logo o sábado para "enrolar o cabo".
Nas Trilhas de Moto
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Terceiro Encontro de Trilheiros de Caetés
Julho veio com muito frio para nossa região e isso gera desconforto para quem anda de moto...
Por outro lado, adeus poeira. Oh inverno! Venha à nós a vossa lama.
E esta foi uma semana perfeita, pois sexta e sábado foram dias de muita chuva. Domingo? Domingo amanheceu chovendo pra caramba! Lama! lama! Lama! BELEZA!!!
Saímos de casa às 08:40 (sítio Brejinho, Brejão - PE) já com o terreno bastante escorregadio. BELEZA!!!
Tínhamos pela frente quase cinquenta quilômetros de estrada, se não fosse a ansiedade, estávamos (eu - Marcos Sal da Terra CRF 230 e Gabriel TTR 125) com vontade de encontrar velhos amigos e gente nova no pedaço.
Antes de começar um trilhão é aquela coisa meio arrastada - eu diria enfadonha. Mas, faz parte. Quem vem de longe ou é preguiçoso traz a moto na carreta. E vai descendo a moto, vai puxando conversa mole, vai dando pitaco sobre equipamento, técnica... Todo mundo vira expert. Sem contar com os motoristas de taxi (pilotos que só andam na rua) que ficam fazendo firula, na maioria das vezes dando umas empinadadas horríveis... E os zerinhos, sem comentário!
Também, não custava nada caprichar mais no repertório do carro de som... Pense nuns bregas chapados!
Camarão foi a grande ausência (na trilha) com o tornozelo machucado depois de um abraço numa égua, ainda está de moleta. Porém, como sempre, um simpático anfitrião e bom organizador.
O trecho estaria tão bom quanto o do ano passado? Seria tão curtinho deixando gosto de quero mais?
De jeito nenhum! Estava muito melhor, até porque a chuva ajudou... achei mais longo e divertido. Se não foi pesadâo (pró), também não deixou a gente quieto, sempre tinha obstáculo, quase não andamos em estradão... Bom, bom, muito bom!
Lama na medida certa, nem pouca para que ninguém diga; "foi moleza!" Nem tanta pra que ninguém ficasse para trás.
Os "roias" marcaram presença. Este aí, literalmente, andou de moto... ou caminhou de moto? Ou marchou de moto? Sei lá, pergunte para ele.
Esta moto foi projetada para todo terreno, o engenheiro pensou em tudo. Veja como ficou maravilhosa estas duas curvas de escape. A utilidade até o final do fechamento desta matéria, ainda não descobrimos. Porém, o mais importante é que a moto funcionou e chegou ao final do trajeto.
Por outro lado, adeus poeira. Oh inverno! Venha à nós a vossa lama.
E esta foi uma semana perfeita, pois sexta e sábado foram dias de muita chuva. Domingo? Domingo amanheceu chovendo pra caramba! Lama! lama! Lama! BELEZA!!!
Saímos de casa às 08:40 (sítio Brejinho, Brejão - PE) já com o terreno bastante escorregadio. BELEZA!!!
Tínhamos pela frente quase cinquenta quilômetros de estrada, se não fosse a ansiedade, estávamos (eu - Marcos Sal da Terra CRF 230 e Gabriel TTR 125) com vontade de encontrar velhos amigos e gente nova no pedaço.
Conhece esse magrelo de camisa preta? É ele mesmo, Juca um dos mais novos trilheiros do agreste meridional, na foto com Sílvio (velha guarda) com a mão em seu ombro. E do lado esquerdo um dos seus seus mestres - Welligton (Faro Fino)
Olha o cara babando sua primeira moto. Valeu Juca! Estamos felizes com você!
Também, não custava nada caprichar mais no repertório do carro de som... Pense nuns bregas chapados!
Camarão foi a grande ausência (na trilha) com o tornozelo machucado depois de um abraço numa égua, ainda está de moleta. Porém, como sempre, um simpático anfitrião e bom organizador.
O trecho estaria tão bom quanto o do ano passado? Seria tão curtinho deixando gosto de quero mais?
De jeito nenhum! Estava muito melhor, até porque a chuva ajudou... achei mais longo e divertido. Se não foi pesadâo (pró), também não deixou a gente quieto, sempre tinha obstáculo, quase não andamos em estradão... Bom, bom, muito bom!
Lama na medida certa, nem pouca para que ninguém diga; "foi moleza!" Nem tanta pra que ninguém ficasse para trás.
Os "roias" marcaram presença. Este aí, literalmente, andou de moto... ou caminhou de moto? Ou marchou de moto? Sei lá, pergunte para ele.
Esta moto foi projetada para todo terreno, o engenheiro pensou em tudo. Veja como ficou maravilhosa estas duas curvas de escape. A utilidade até o final do fechamento desta matéria, ainda não descobrimos. Porém, o mais importante é que a moto funcionou e chegou ao final do trajeto.
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